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Antonio Anastasia participa do Dia do Estado de Minas em Mariana

O governador Antonio Anastasia participou, neste sábado (16), da cerimônia do Dia do Estado de Minas Gerais, em Mariana, na região Central do Estado.

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Antonio Anastasia participa do Dia do Estado de Minas em Mariana
Cerimônia oficial do Dia do Estado de Minas Gerais
Foto:Wellington Pedro/Imprensa MG

O governador Antonio Anastasia participou, neste sábado (16), da cerimônia do Dia do Estado de Minas Gerais, em Mariana, na região Central do Estado. Durante o evento ele assinou o ato que transferiu simbolicamente a capital de Minas para Mariana primeira cidade mineira, que esse ano comemora 315 anos. Durante o evento, o governador entregou a Medalha do Dia do Estado de Minas Gerais a 50 homenageados. Anastasia também recebeu homenagem da população de Mariana que, por meio da Câmara dos Vereadores da cidade, lhe conferiu a Medalha de Cidadão Benemérito do município.

"É um evento que simboliza a tradição e a história. Eu acho que quem não conhece o seu passado não pode compreender o seu presente e não pode imaginar o seu futuro. É muito importante a cerimônia que se realiza aqui em Mariana anualmente, como também os eventos que temos festivos em Ouro Preto, em Diamantina, em Santos Dumont, que são eventos que comemoram, ao mesmo tempo, datas magnas do Estado e que demonstram, de fato, o civismo de Minas. Nós mineiros somos muitos ciosos dessa nossa tradição cívica. A gente sempre vem à Mariana com muito gosto, até para rever esse belíssimo conjunto arquitetônico tão bonito da nossa primeira capital, cidade primaz de Minas", afirmou o governador durante entrevista coletiva.

Em seu discurso, Anastasia lembrou a tradição e a história de Minas, a sua importância para o Brasil e para os ideais libertários, além da força e da garra do povo mineiro. Ele lembrou que o momento histórico hoje favorece o Brasil e que Minas mantém vivas suas raízes e seus ideais. "Celebrar o dia de Minas é relembrar a sua história, é determinar a continuidade ininterrupta do seu projeto histórico. O nosso povo não preservou só a sua natureza, hoje cobiçada por aqueles que destruíram seus recursos, mas conservou principalmente o sentimento de solidariedade, sonho que edifica as nações. No Brasil, Minas mantém suas reservas de patriotismo e do saber político para, como fez ao longo da história, servir à nação com seu zelo ético e sua inteligência criadora", disse.

O orador oficial da cerimônia, presidente do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), desembargador Cláudio Costa, discursou defendendo a revisão do pacto federativo, com uma distribuição mais justa das riquezas nacionais. "A União Federal tornou-se quase que completamente detentora de recursos tributários do país. Isso não é justo. Isso arrosta a natureza da organização federativa e pede cisma. Cismar é hábito mineiro. Os progressistas ensinam que aonde não existe visão de governo, não existe a sua legitimidade. Nosso governador é jurista, sabe do que fala. Minas Gerais confia na sua prudência, no seu descortino. Nossas lideranças políticas são o que há de melhor do país. Legitimidade, pois, não é problema nosso. Se é voz comum a necessidade de uma reforma tributária, os homens políticos de Minas Gerais hão de ser sensíveis a tão justo retorno porque isso significa tornar comuns as nossas responsabilidades para alçá-las à glória de conduzir os anseios do povo", afirmou.

Negociações

Em entrevista coletiva, o governador comentou sobre a parcela de servidores da educação que ainda estão em greve e disse esperar uma negociação. Ele reafirmou que o governo está aberto ao diálogo e que tem trabalhado com responsabilidade para que, ao mesmo tempo em que valoriza os profissionais do serviço público, possa honrar com os compromissos do Estado com os servidores e com a população. 

"Tudo já está definido de maneira muito clara. O governo desde o início demonstrou o que pode fazer. Nós temos limites às possibilidades do governo em conceder reajustes, estamos fazendo de acordo com aquilo que é possível e, claro, sempre contanto com o bom senso, porque com radicalismo é muito difícil de conversar. Mas nós estamos discutindo de maneira muito clara, como sempre, com muita tranqüilidade e serenidade, aliás, como os sinos aqui nos inspiram e como a tradição de Minas também nos recomenda", afirmou.

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