Governador Antonio Anastasia visita centro tecnológico da índia
O governador Antonio Anastasia cumpriu, nesta quarta-feira (12), o primeiro dos dois dias de compromissos oficiais que terá em Bangalore, centro tecnológico conhecido como o Vale do Silício indiano.
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O governador Antonio Anastasia cumpriu, nesta quarta-feira (12), o primeiro dos dois dias de compromissos oficiais que terá em Bangalore, centro tecnológico conhecido como o Vale do Silício indiano. Anastasia foi recebido pelo governador do Estado de Karnataka, do qual Bangalore é a capital, Shri. Hans Raj Bhardwaj. Na sede do governo estadual, além da recepção de cortesia, os dois conversaram sobre as atividades econômicas comuns às duas regiões e as possibilidades de intercâmbio de investimentos entre elas.
À tarde, a comitiva oficial do Governo de Minas reuniu-se com a diretoria da Beml Ltda, empresa sob a coordenação do Ministério da Defesa indiano que atua na fabricação de máquinas pesadas e equipamentos para mineração, construção, veículos para a área de defesa e aeroportuária, além de ser o maior fabricante de vagões e infraestrutura para trens e metrôs da Índia.
A expansão do metrô em Belo Horizonte e na Região Metropolitana da capital mineira, com verba de R$ 3 bilhões anunciadas pela presidente Dilma Roussef, no mês passado, foi um dos assuntos tratados na reunião, que teve a participação do diretor da área de Trens e Metrôs da Beml, P. Dwarakanath.
“É uma grande oportunidade para que a empresa expanda seus negócios no Brasil. Teremos em breve as licitações para a construção de duas novas linhas de metrô, além da ampliação da linha já existente”, explicou o governador Antonio Anastasia.
O chairman e diretor geral da Beml, V. Rs. Natarajan, confirmou que o metrô é realmente uma possibilidade concreta para que a empresa, que no Brasil já possui negócios com a Vale, Odebretch e Arcelor Mitall, incremente sua participação no país e em Minas Gerais.
“A mineração já é um grande mercado para nós no Brasil, uma vez que produzimos veículos que não existem no país para operação em minas e condições adversas. Queremos desenvolver projetos para participar das concorrências que se abrirão em outras frentes, principalmente na área de trens urbanos e metrô”, afirmou Natarajan.