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Anastasia se reúne com nova diretora do Banco Mundial no Brasil

Governo está negociando com o Bird aporte de recursos para melhorias na área de inclusão econômica e social do Estado

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A nova diretora do Banco Mundial para o Brasil, Deborah Wetzel, e o governador Antonio Anastasia. Foto:Omar Freire/Imprensa MG

O governador Antonio Anastasia recebeu, nesta quinta-feira (31), no Palácio Tiradentes, em Belo Horizonte, a nova diretora do Banco Mundial (Bird) para o Brasil, Deborah Wetzel. O Governo de Minas está finalizando negociação com o banco para financiamento de US$ 450 milhões para o Programa para o Desenvolvimento de Minas Gerais III.

“As negociações com os bancos de fomento estão adiantadas e vão possibilitar o aporte de investimentos importantes para que Minas continue trilhando a rota do desenvolvimento. A parceria com o Banco Mundial é importante e exemplifica bem o respeito e o respaldo que Minas alcançou no âmbito internacional”, afirmou o governador.

O objetivo do programa é promover o desenvolvimento sustentável em termos fiscal, ambiental e social em Minas, por meio de uma terceira geração de reformas do setor público, redução das desigualdades regionais e desenvolvimento sustentável. Pelas negociações em curso, o financiamento será desembolsado mediante o cumprimento de políticas nas áreas de gestão pública e fiscal, meio ambiente, educação, inclusão social e gestão metropolitana, que Minas Gerais vem cumprindo rigorosamente ao longo dos últimos anos.

A nova negociação começou em 2011. O Banco Mundial é uma agência do sistema das Nações Unidas. Sua principal missão é a luta contra a pobreza por meio de financiamento e empréstimos aos países em desenvolvimento. Seu funcionamento é garantido por quotizações definidas e reguladas pelos 184 países membros.

Ao longo dos últimos anos, o Governo do Estado vem conseguindo aportes de recursos junto a órgãos internacionais graças ao modelo de gestão implantado em Minas Gerais, sob a coordenação do governador Antonio Anastasia, que fez do Estado referência para outras nações e unidades subnacionais que buscam financiamento junto ao Bird. As operações de crédito precisam ser aprovadas pela União e contam com a aprovação da Assembleia Legislativa.

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