"Anastasia é um grande político brasileiro, com noção de país".
Durante evento no Palácio da Liberdade, presidente destacou "parceria estratégica" com governador mineiro
Compartilhar notícia
- ícone de compartilhamento

Dilma destacou que a parceria com o Governo de Minas é reforçada pelo bom relacionamento com Anastasia. Foto:Lúcia Sebe/Imprensa MG
Durante evento no Palácio da Liberdade na última terça-feira (12), a presidente da República Dilma Rousseff destacou o que chamou de “parceria estratégica” que tem desenvolvido com o governador Antonio Anastasia, sobretudo no que diz respeito à implantação de projetos de infraestrutura, especialmente, em rodovias, em Minas Gerais.
Na ocasião, foram anunciados investimentos da ordem de R$ 6 bilhões, em intervenções como a duplicação do trecho da BR-381, entre a capital mineira e Governador Valadares, a construção do Rodoanel, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, e a modernização e reformulação do Anel Rodoviário da capital.
Em seu pronunciamento, a presidente destacou que a parceria com o Governo de Minas é reforçada pelo bom relacionamento que mantém com o governador Antonio Anastasia. “Nós não temos o mesmo posicionamento diante da realidade política, mas temos o mesmo posicionamento republicano. Eu tenho no Anastasia um parceiro. E eu tenho certeza, e respeito esse fato, que o Anastasia é um grande político brasileiro, com noção de país”, afirmou Dilma Rousseff.
A presidente dedicou parte de seu discurso à crise internacional, reafirmando ser o incentivo ao consumo uma das formas de enfrentá-la. E garantiu ter a certeza de que o governador Anastasia “é um dos parceiros estratégicos para o Brasil ter pernas próprias para enfrentar essa crise”.
Dilma Rousseff afirmou contar com o governador Anastasia “para que nós, juntos, façamos esses projetos e continuemos mantendo a taxa de investimento sempre em crescimento”. Segundo ela, as dificuldades estão vinculadas às questões de câmbio, juros e impostos. “Nós temos sempre de enfrentar esses três. Por quê? Eu diria assim, desamarrar esse nó é uma forma, também, de viabilizar o investimento público”, afirmou.