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Fernando Pimentel entrega Medalha da Inconfidência em Ouro Preto

Secretário de Governo Odair Cunha foi um dos agraciados com a Grande Medalha

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Vice-governador Antônio Andrade e Fernando Pimentel durante a cerimônia - Créditos: Manoel Marques/Imprensa MG

O governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, presidiu nesta terça-feira (21/4), em Ouro Preto (MG), a 64ª solenidade de entrega da Medalha da Inconfidência. A comenda, maior honraria concedida pelo Estado de Minas Gerais, foi entregue a 141 personalidades que contribuíram para o desenvolvimento de Minas Gerais e do Brasil pelo governador e pelo vice-governador, Antônio Andrade. O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Ricardo Lewandowski, foi agraciado com o Grande Colar da Inconfidência.

Criada em 1952, pelo governador Juscelino Kubitscheck, a Medalha da Inconfidência possui quatro designações: Grande Colar, Grande Medalha, Medalha de Honra e Medalha da Inconfidência. Entre os homenageados estão médicos, professores, advogados, atletas, professores, empresários, artesãos, ministros e secretários de Estado, parlamentares, integrantes do Judiciário e do Ministério Público.

Cerca de cinco mil pessoas participaram a cerimônia. Orador oficial da solenidade, Pimentel destacou em seu discurso o exemplo de luta de Tiradentes. “É a encarnação de valores sagrados que podem ser resumidos numa só palavra: liberdade”, disse. A liberdade e a participação popular ainda foram destacadas pelo governador, citando a importância da participação da população durante o evento. Pimentel também valorizou a importância do trabalho realizado pelos agraciados em prol de Minas Gerais. “Esta comenda é o mais alto reconhecimento do governo de Minas Gerais e do povo mineiro aos elevados serviços prestados por todos os senhores e senhoras”, frisou.

Agraciado com o Grande Colar da Inconfidência, o ministro Ricardo Lewandowski foi citado por Pimentel como exemplo de magistrado e senso de justiça. “O ministro Lewandowski já se mostrou fiel à mais sublime e nobre missão de um magistrado: ter a coragem de ir contra os aparentes consensos, guiado apenas pela solitária e genuína convicção da inocência ou da culpa, mas sem se deixar intimidar pelos clamores de um, de outro, ou de qualquer lado. Guiado pelo incomparável senso da justiça e pelo compromisso republicano e democrático que caracteriza Vossa Excelência”, ressaltou.

O prefeito de Ouro Preto, José Leandro Filho, anfitrião do evento, ressaltou a importância histórica da cidade. “É o momento de, mais uma vez, destacar o protagonismo e o papel histórico de nossa Ouro Preto, cenário de lutas e berço do sonho libertário. Neste dia em que reverenciamos a trajetória do mártir Joaquim José da Silva Xavier, destacamos a luta pela independência e pela criação de um país livre”, afirmou em seu discurso.

Cerimônia

Mantendo a tradição do dia 21 de abril, a capital do Estado foi transferida para Ouro Preto após decreto do governador Fernando Pimentel, publicado na última sexta-feira (17/4). A cidade foi a capital mineira entre 1823, quando o Estado ainda era uma província, até 1897. Recebido com honras militares na Praça Tiradentes, o governador passou em revista a tropa formada após a execução do Toque de Presença. O Hino Nacional Brasileiro foi executado pelo músico mineiro Pereira da Viola.

Como uma forma de homenagem a Tiradentes, Pimentel colocou uma coroa de flores junto ao monumento do mártir da Inconfidência, seguido por um toque de silêncio. Cadetes da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros chegaram à praça com o Fogo Simbólico para acendimento da pira da Liberdade. A Guarda de Honra da Polícia Militar realizou salva de 21 tiros. As apresentações musicais ficaram por conta da Banda do Rosário e da banda da Polícia Militar.

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