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"Minas contribui mais uma vez para melhorar os resultados do Brasil", afirma governador

Para Antonio Anastasia e a secretária Dorothea Werneck, crescimento de 2,3% do PIB mineiro mostra que a economia do Estado está no rumo certo

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Agropecuária mineira cresce 4,4% em 2012, segundo a FJP

Foto: Gil Leonardi/Imprensa MG

 

O crescimento de 2,3% do Produto Interno Bruto mineiro, no ano passado, foi motivo de comemoração por parte do governador Antonio Anastasia.

 

Os números foram divulgados nesta quarta-feira (06) pela Fundação João Pinheiro (FJP). O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou, no dia 01 de março, uma estimativa de crescimento de 0,9% para a economia brasileira no mesmo período.

 

“Os números do PIB de Minas em 2012 confirmam o momento extremamente favorável que atravessa a economia de nosso Estado. Comemoramos particularmente o crescimento de 4,4% da nossa agropecuária, setor fundamental em nossa economia, ante a queda de 2,3% no índice nacional”, afirmou o governador.

 

Anastasia lembrou que, além da agropecuária, Minas Gerais registrou, no ano passado, índices melhores que a média brasileira em quase todos os outros setores.

 

"Minas, uma vez mais, contribuiu para melhorar os resultados do Brasil, gerando mais empregos de qualidade, avançando na diversificação de suas atividades”, completou Anastasia.

 

Minas no rumo certo

Para a secretária de Estado de Desenvolvimento Econômico, Dorothea Werneck, os resultados preliminares do PIB de 2012 comprovam que Minas Gerais segue no rumo certo.

 

“Atingimos mais uma vez a meta de obter um crescimento superior ao do Brasil (de 0,9% em 2012) e ao do principal Estado da Federação, São Paulo (1,3%)”, comentou.

 

Além do setor agropecuário, entende a secretária que também o desempenho da indústria mineira merece destaque, principalmente nos setores da Construção Civil (+4,4%, enquanto a média nacional foi de 1,4%) e de Transportes (+2,3%, ante 0,5% no Brasil).

 

"Minas Gerais demonstrou que com planejamento e gestão é possível avançar, mesmo com uma conjuntura econômica adversa”, observou Dorothea Werneck.

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